Queria rever sim os meus amigos

Todos, da mocidade e infância

Com a mente aberta e cônscia

Do quanto neles, encontrei abrigo.

 

E dizer que na existência resumida

Segui a viver, a sorrir, a chorar

Desilusões as tive sem contar

No caminhar incerto desta vida

 

 

Também.... que fiz sofrer e fiz chorar

Mesmo de maneira inconsciente

O erro em mim se fez presente

Na ingênua ânsia de sempre acertar.

 

Alegrias,  sorrisos foram tantos

Força e luz por celeste alavanca

Derramando bálsamo na alma franca

Plenificando meus dias de encantos.

 

Divina herança em  mim, a poesia

É fonte eterna de felicidade

Apontando-me a eternidade

Como nave de esperança e magia.

 

Na imensidão, quando a noite é mais escura

Estrelas brilham com maior intensidade

Também a alma poeta é mais fertilidade

Se a dor constante a apura.

 

Talvez porque esta artista quando em dor

Não dá guarida a esta zombeteira

Pressente e sabe que a dor é passageira

Em seu ser só há lugar pra amor.

 

 

 

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