TEMPO DE FRANCISCO ALVES

Era década de trinta nos idos de 1900.  O guitarrista espanhol, Andrés Segóvia deslumbrava com sua guitarra espanhola, o que fez  que ela se tornasse um instrumento de classe e não mais um instrumento folclórico. Surgia a orquestra Tabajara de Severino Araújo em João Pessoa, o samba dos morros estava no auge.

Foi uma época áurea do rádio com seus populares programas ao vivo de música de auditório, no Rio de Janeiro, com Ary Barroso (na lendária Rádio Mayrink Veiga), e outros em São Paulo . Marcou o declínio do choro, esse fenômeno musical das massas, e o fim  das grandes orquestras no Brasil e a chegada da televisão.

Guiomar Novaes , a mais notável pianista brasileira tomava parte da semana da arte moderna vibrando neste movimento literário que revolucionou o mundo artístico e literário. Os irmãos Marx encantavam o mundo do teatro e do cinema com seu humor inigualável.

O rádio e o disco ganhavam espaço.    

Surgiam novos nomes. FRANCISCO ALVES, destacava-se como o mais importante cantor da época.

Chamado "O REI DA VOZ ", foi durante duas décadas uma espécie de Gardel brasileiro.

Percebo feliz  que os cancioneiros relacionavam-se entre si quando    no veículo físico e agora seguem a mesma rota  trabalhando em prol de um mundo melhor.

 Anotações  retiradas da  http://geocities.yahoo.com.br/angelamariasapoti/  

      BIOGRAFIA FRANCISCO ALVES

Francisco de Morais Alves, cantor, compositor e violonista, nasceu no dia 19 de agosto de 1898 na cidade do Rio de Janeiro e faleceu em um acidente automobilístico na rodovia Dutra, entre Pindamonhangaba e Taubaté/SP, no dia 27de setembro de 1952, aos 54 anos.

Foi engraxate e, a partir de 1916, operário em fábricas de chapéus. Quando a família não tinha dinheiro, Chico, ainda garoto, cantava nas ruas imitando o seu ídolo, Vicente Celestino. Teve aulas de canto lírico por três meses com o maestro Sante Athos.

Sua carreira de cantor começou em 1918, no pavilhão do Meyer, na Companhia João de Deus-Martins Chaves e depois no Circo.

Era conhecido como o Midas da canção.

O "Rei da Voz" sempre seria e será uma das mais belas e importantes de vozes do nosso cancioneiro. 

Divulgou autores, descobriu talentos, compôs sucessos como "Samba de Verdade", "Amor de malandro", "Perdão" e outras, além de composições com diversos parceiros.

Anotações retiradas de http://www.geocities.com/reidavoz/

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Imagem: Tela Marisa Cajado

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